sábado, 29 de dezembro de 2012

Punho


TERROR PSICOLÓGICO - PUNHO

Cada vez mais sugam nosso sangue, não há mais tanta força

Punho!!!

Mas sim temos que resistir
Resistir e lutar contra essa perseguição que nos sufoca
Toda forma de reação é válida
Vamos acabar de uma vez com essa angústia
Ser racional é a melhor forma de combater essa violência
Erga a cabeça, levante-se
Acreditem em seu potencial e lute com todas suas armas
Pois estamos a um passo do caos total
E não pense que nossa pretensão limita-se
Não desistiremos, levantaremos um a um
Enxugaremos o sangue em cada face
Pois nossa luta é constante

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Ismo Social - Discorde

Ismo Social é um texto feito aceitando o convite para fazer parte na terceira edição do fanzine Discorde, entitulado Ad Infinitum, segue o texto na íntegra e abaixo o link para baixarem o fanzine completo. Boa leitura.

ISMO SOCIAL


"O pensar que é existir já foge do homem de hoje, o homem daqui, a cada dia pensar menos e simplificar mais, um reprodução do outro no tempo de não pensar, e pensa que penso que não sabe, mas sabe, pois se pensa que existe já existe e ao pensar que não pensa se pega pensando, então vive aceitando, pensando que é justo, pensa também no futebol, na novela, no trabalho, no dinheiro, no comer, no deitar, no amar e na política, não política não, não é aquela coisa que já conhecemos do mentir e roubar? Não quero pensar, pensar em coisas boas, pensar é sonhar e sonhar é pensar, no campo, na praia, no vento, nas flores, na rede, no verde, mas volta, no futebol, na novela, no trabalho, no dinheiro, no comer, no deitar, no amar e na política, não política não!"

Baixem em:

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Ah! Natal.


Pai: Filho o que pedistes ao Papai Noel?

Filho: Força aos fracos e inocência aos adultos papai.

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Em tudo penso e te penso em tudo

O RESPEITO DE NOSSO TEMPO E DOIS CORAÇÕES - EM TUDO PENSO E TE PENSO EM TUDO

As diversas
meninas
mulheres
senhoras
que dentro de ti
alternam o aflorar 
de ser fêmea

Desejar um ontem
viver um hoje
construir um amanhã
na metamorfose
que nos permitimos
com o natural
de ser animal

Humano

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Um suspiro


O RESPEITO DE NOSSO TEMPO E DOIS CORAÇÕES - UM SUSPIRO

Um instante
de não eu
um outro
que dorme manso
acorda
e acalma
a calma
exposiva
de um
(t)eu
quase e
perfeitamente
*
(t)eu

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Da entrega do amor



Da entrega do amor
Sempre ser um amor
Que ouve
Que sabe o que sente.

Sempre ser um amor que elabora
Que ao dormir
ressono confiança
No sopro do sono
E entrego o beijo
No clarão da amanhecice.
 

Sempre ser um amor
Que cabe no que diz.
Ter uma meninice
Entre menino e senhor
Uma cachorrice
Onde tanto pode
A sem-vergonhice do macho
Quanto a sabedoria do sabedor.
 

Sempre ser um amor cujo
BOM DIA!
Mora na eternidade de encadear os tempos:
Passado, presente e futuro
Coisa da mesma embocadura
Sabor da mesma golada.

Sempre ser um amor de goleadas
Cuja rede complexa
Do pano de fundo dos seres
Não assusta.

Sempre ser um amor
Que não me incomodo
Quando a poesia da cama te leva.

Sempre ser um amor
Que não me chateio
Diante das diferenças.

Agora, diante da entrega
Metade de mim rasga afoito
O embrulho
E a outra metade é o
Futuro de saber o segredo
Que enrola o laço,
É observar
O desenho
Do invólucro e compará-lo
Com a calma da alma
O meu conteúdo.

Contudo

Sempre ser um amor
Que cabe futuro
Que te alterna em menina e adulta
Que hora seja fácil, ao sério
E hora um doce mistério
Que hora tu fostes medo-asneira
E horas fostes brincadeira
Ultra- sonografia do furor,

Sempre ser um amor
Que acontece
Sem esforço
Sem medo da inspiração
Por ela acabar.

Sempre ser um amor
Abafar,
(não ao caso)
Mas cuja demora de ocaso
Estivesse imensamente
Nas nossas mãos.
Sem senãos

Sempre ser um amor
Com definição que a satisfaça
Sem lero-lero.

Sempre ser um amor
Que goza
E pouco antes
De chegar a esse céu
Se anuncia.
 

Sempre ser um amor
Que vive a felicidade
Sem reclamar dela ou disso.

Sempre ser um amor não omisso
E que minhas estórias contarei.
Ah, sempre ser um amor que ama

-te.


À Elisa Lucinda e Josi Lênin