Quem só conserva não a(r)prende
Seus sentidos, só foram sentidos
E nada mais
Experiências passadas, nem sempre de outrem
Que fixam absolutas certezas infindáveis
O eu, o tu, o agora, o depois estão engessa dos num passado
Tão próximo e cruel
De apenas duas gerações
O eu de mim não sei por vos(es)
Que soa gentilmente as certezas cabíveis
Pra um eu, que não sou eu
Nem num nós que não é nosso
De poucos que se acham espertos
Em um capital comprando seus egos
Pensando que brincam com nós(so)
Aqui ser é mais importante que ter
Capital na capital, poder e dinheiro
Poder o que?
Em um igual, tanto dinheiro pra que?
Inflar o teu ego, te faz ficar cego
E nada mais
Experiências passadas, nem sempre de outrem
Que fixam absolutas certezas infindáveis
O eu, o tu, o agora, o depois estão engessa dos num passado
Tão próximo e cruel
De apenas duas gerações
O eu de mim não sei por vos(es)
Que soa gentilmente as certezas cabíveis
Pra um eu, que não sou eu
Nem num nós que não é nosso
De poucos que se acham espertos
Em um capital comprando seus egos
Pensando que brincam com nós(so)
Aqui ser é mais importante que ter
Capital na capital, poder e dinheiro
Poder o que?
Em um igual, tanto dinheiro pra que?
Inflar o teu ego, te faz ficar cego
18/03 - 21:10
Ouvindo Tropix - @caravanadaceu
Lembrando do Al.Te.Re.
Ouvindo Tropix - @caravanadaceu
Lembrando do Al.Te.Re.
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